Sullivan & Massadas – Amor Eterno [1988]


Michael Sullivan

Começou
cantando na noite do Recife com 14 anos de idade. Aos 15 anos
participou de alguns concursos de calouros como; “Varieté”, de Nilson
Lins, na Rádio Jornal do Commercio. Ganhou em primeiro lugar e recebeu
o seu prêmio, a carteira profissional da Ordem dos Músicos do Brasil e
um contrato com a TV Jornal do Commercio e, assim, iniciou sua carreira
de cantor, nos programas da emissora – “Você faz o Show”, “Noite de
Black Tie “e“Bossa 2” – , respondendo e se consagrando, desde então,
como revelação pernambucana.

Aos 17 anos mudou-se para o Rio de
Janeiro, onde conheceu Hyldon (com quem compôs sua primeira música em
1968), Pial (Guitarrista da Black Music, trabalhou com Tim Maia), Tinho
(Saxofonista e arranjor, trabalhou Tim Maia, um dos fundadores do
Vitória Régia) e formaram o grupo “Os nucleares” seria sua primeira
gravação no ano 1969 em vinil pela RCA . E logo conheceu Cassiano e Tim
Maia, quem o ensinou a tocar violão e gravou a primeira composição de
sucesso da dupla Sullivan e Massadas “ Me dê Motivo”.

Aos 19
anos integrou o grupo “Os Selvagens” e aos 21 anos o grupo “Renato e
Seus Blue Caps” como cantor e guitarrista. Sua passagem pelo grupo
Renato e Seus Blue Caps resultou em seis discos de ouro, cuja vendagem
chegou a mais de 1.000.000 de discos.

Ainda no “Renato e seus
Blues Caps”, Michael Sullivan iniciou sua carreira “solo” com a música
“My Life”(sua segunda composição) parte da trilha sonora da novela “O
Casarão”, da Rede Globo. O compacto “My Life” tornou-se para o mercado
fonográfico um dos mais vendidos no país, superando a marca de
1.000.000 de cópias, o que equivalia a um disco de Diamante. Em 1978
fez o LP pela Capitol “Um mundo Melhor Pro Meu Filho” e em 1979 o LP
Michael Sullivan pela K-Tel. E de 1980 a 1986 foi integrante do grupo
“The Fever’s”.

Ainda no ano de 1979 conheceu Paulo Massadas,
parceiro freqüente de suas composições por 16 anos. A Dupla é
responsável por grandes canções de sucessos, como;


Faixas:
1. Deslizes
Intérprete(s): Fagner
2. Um Dia de Domingo
Intérprete(s): Gal Costa
Participação: Tim Maia
3. Nem Um Toque
Intérprete(s): Rosana
4. Retratos e Cancões
Intérprete(s): Sandra de Sá
5. Amanhã Talvez
Intérprete(s): Joanna
6. Dê Uma Chance ao Coração
Intérprete(s):
Joanna / Fafá de Belém / Sandra de Sá / Fagner / Alcione / José Augusto
(1) / Michael Sullivan / Paulo Massadas / Rosana / Patrícia / Roupa Nova
7. Pra Recomeçar
Intérprete(s): Paulo Massadas / Michael Sullivan / Sandra de Sá
8. Leva
Intérprete(s): Tim Maia
9. Te Cuida Meu Bem
Intérprete(s): Patrícia
10. Nem Morta
Intérprete(s): Alcione
11. Manequim
Intérprete(s): Ney Matogrosso
12. Coisas Mais Loucas
Intérprete(s): Fafá de Belém

Nora Ney – Acervo Especial [1994]



Bastaram
menos de dois anos, quase vinte meses, para que a carreira de contadora
fosse esquecida e a carioca (de 23 de março de 1922) Iracema de Souza
Ferreira fosse coroada Rainha do Rádio, com direito a faixa, trono,
fã-clube e toda a liturgia que criava o mito radiofônico no início da
década de 50.

Em fins de 1951, Iracema ainda freqüentadora do
Sinatra-Farney Fã-Clube, onde cantava nas tardes de domingo acompanhada
pelo acordeom de João Donato e o piano de Johnny Alf, dois garotinhos
imberbes, foi levada para a Rádio Tupi do Rio de Janeiro. Aí já sob o
nome de Nora May (o Ney viria depois), estreou cantando em inglês com
seu grave vozeirão.

Em 1953 já era ídolo nacional, cantando
samba-canção, naturalmente em português. Contratada pela Rádio
Nacional, era ouvida pelo Brasil inteiro todas as noites no famoso
programa Ritmos da Panair, transmitido diretamente da boate Midnight,
do Copacabana Palace Hotel. Foi aí que conheceu o cantor Jorge Goulart,
seu companheiro na vida e carreira a partir de então. Gravou Ninguém Me
Ama (de Antônio Maria e Fernando Lobo), Menino Grande (só do Maria), De
Cigarro em Cigarro (Luiz Bonfá), com imenso sucesso e, nesse mesmo ano,
foi eleita Rainha do Rádio.

Cada gravação de Nora Ney era
sucesso garantido e ela foi em seqüência: Preconceito (Antônio
Maria/Fernando Lobo); É Tão Gostoso, Seu Moço (Mário Lago/Chocolate);
Aves Daninhas (Lupicínio Rodrigues); Se Eu Morresse Amanhã (Antônio
Maria); Só Louco (Dorival Caymmi); Vai Mesmo (Ataulfo Alves). Em
companhia de Jorge Goulart e outros artistas brasileiros, excursiona
longamente pela Europa, Américas, África, Oriente Médio e Ásia, com
amplo sucesso, transformando-se na maior divulgadora da música popular
brasileira em países até então jamais visitados por artistas nacionais.

Passa
por período de preconceito profissional em virtude de posições
políticas, mas acaba por retomar sua carreira, cantando com o
brilhantismo e calor habituais. Em 1989, faz parte do simpaticíssimo
grupo As Eternas Cantoras do Rádio, dividindo o palco e emoções com as
companheiras de microfones da fase áurea da radiofonia, Carmélia Alves,
Violeta Cavalcanti, Zezé Gonzaga, Rosita Gonzales e Ellen de Lima. Em
1992, depois de 39 anos de vida em comum, casou-se com Jorge Goulart.



Faixas:
01 – Ninguém Me Ama
02 – De Cigarro Em Cigarro
03 – Castigo
04 – Vai, Mas Vai Mesmo
05 – Conselho
06 – Pra Falar Com Meus Botões
07 – Felicidade
08 – Bar Da Noite
09 – Menino Grande
10 – Preconceito
11 – Teleco-Teco
12 – Solidão
13 – O Que
14 – Regra Três

Gente da Antiga – Clementina de Jesus, João da Baiana e Pixinguinha [1968]


No
inicio era um batuque de negros entoado pelos nossos ancestrais
africanos executado e dançado em varias partes do Brasil notadamente na
Bahia que concentrava uma das maiores populações escravas, depois
fixou-se no Rio de Janeiro e se consolidou, era o samba que vinha
chegando para se firmar como uma de nossas mais características
representações culturais. Em outro sentido, mas mantendo as nossas
raízes mestiças estavam os artistas populares, instrumentistas e
compositores da melhor qualidade que ficavam atentos a toda música
estrangeira executada na capital do império brasileiro a partir da
segunda metade do século XIX e que perceberam a necessidade de
adaptá-las a um ritmo genuinamente nacional, dessa percepção surgiu
nosso mais puro gênero musical o Choro que se disseminou e tornou-se
também em uma representação cultural identificatoria de nosso povo.

A
primeira, o samba manteve-se e ainda se mantem, apesar de alguns
quererem ridicularizá-lo em plena evidencia, seus representes criaram
escola e se imortalizaram, já o choro teve seus momentos de glória,
depois passou por um longo período de estagnação, o que não significa
que não houve produção, apenas divulgação, ressurgiu nos anos setenta
com vigor e hoje tenta se manter sob a liderança de bravos heróis da
cultura nacional que teimam, bendita teimosia, em não deixar que
esmoreça nunca, em preservá-lo e divulgá-lo, seja em gravações de
discos ou shows pelo Brasil afora.

Desde que se descobriu que um
dos maiores patrimônios nacionais é a música popular, ela passou a
receber um tratamento especial e carinhoso por parte daqueles que
perceberam sua beleza e importância, desse modo surgiram inúmeros
projetos que ajudaram no seu amadurecimento e outros tantos que
cuidavam de sua divulgação e perpetuação. Evidente que ao longo de
pouco mais de uma centena e meia de anos quando a canção brasileira
passou a exercer sua permanência e influencia nos grandes centros
urbanos, vários foram os produtores que se encarregaram da tarefa de
criar condições necessárias para a manutenção de sua sobrevivência, e
isso foi muito importante para a formação sólida de um patrimônio
gigantesco e referencial, pois que sem ele estaríamos perdidos.

O
ano era 1968 e sua trajetória linda e conturbada estava apenas
começando e nos dias 10, 11 e 17 de janeiro, um grupo de artistas
veteranos encontraram-se nos estúdios da Odeon no Rio de Janeiro para
gravarem um disco histórico em que relembrariam as raízes da música
popular brasileira de maneira livre e descontraída, liderando esse time
estavam tres dos nossos mais importantes artistas responsáveis pela
consolidação do samba e do choro, João da Baiana, Pixinguinha e
Clementina de Jesus. Reuni-los numa gravação foi uma idéia notável e
premonitória de Hermínio Bello de Carvalho, pois ali estava presente a
própria história de nossa música popular.

O ambiente da gravação
era de muita descontração, em principio ficou estabelecido que não
haveria ensaio e os artistas cantariam e tocariam o que quisessem, como
se tratava de uma seleção de craques, isso não foi problema.
Acompanhando na retaguarda nossos personagens principais,
destacavam-se, Dino 7 Cordas, Canhoto e Meira nos violões, Manuelzinho
na Flauta, Marçal na percussão e no coro Nelson Sargento, Anescar do
Salgueiro e Jairzinho da Portela.

No repertório predominam
choros, sambas e batucadas como o clássico choro Oito Batutas, composto
por Pixinguinha para seu grupo musical homônimo onde podemos ouvir seu
virtuosismo no saxofone conversando com a flauta de Manuelzinho e o
trombone de Nelsinho, Roxá, batucada que remonta as origens do partido
alto com Clementina de Jesus fazendo inúmeros improvisos, Cabide de
molambo, samba de João da Baiana composto em 1917 e por ele
interpretado e que retrata um malandro cujo apelido da nome ao samba,
misto de poeta e mendigo que o autor conheceu em suas andanças no
bairro da Gamboa, Quê quê rê quê quê e Mironga moça branca, duas
corimas, variedade de samba dançado ao som de tambores de origem
africana interpretados por Clementina e João da Baiana demonstrando em
sua saudação inicial a forte presença nesses cantos do sincretismo
religioso afro-católico: “Louvado seja meu Senhor Jesus Cristo, viva
gente de linha de Angola, viva gente de linha de Nagô e viva gente de
linha de Gexá”.

Em Yaô um lundu africano de Pixinguinha e Gastão
Viana cujo título significa filha de santo, possui em sua letra
diversas expressões de origem africana como akicó (galo) pelu adiê (o
peru rodopia entre as galinhas) e jacutá (casa) remontando nossas mais
antigas tradições musicais que deram origem ao samba, Batuque na
cozinha, é outro belo samba de João da Baiana e um de seus maiores
sucessos. O LP ainda possui outros números musicais que buscam
preservar nossas mais legitimas tradições e ancestralidades.

Trata-se
portanto de um disco único, fundamental e atemporal reunindo três dos
mais expressivos artistas que ajudaram na consolidação e na formação da
história da música popular brasileira.

Luiz Américo Lisboa Junior

Ficha Técnica
Produção: Hermínio Bello de Carvalho
Layout: Glauco Rodrigues
Foto: Pedrinho de Moraes
Canhoto: Cavaquinho
Dino: Violão 7 cordas
Meira: Violão
Nelsinho: Trombone
Pixinguinha: Saxofone
Marçal, Gilberto Luna e Jorge Arena: Percussão
Coro: Nelson Sargento, Anescar, Jairzinho da Portela, Pedrinho Rodrigues, Copacabana, Jair Avellar e Nelsinho.


Faixas:
01- Oito Batutas
(Pixinguinha e Benedito Lacerda)
02- Yaô
(Pixinguinha/Gastão Viana)
03- Roxá
(Folclore)
04- A tua sina
(Folclore)
05- Elizete no chorinho
(Pixinguinha)
06- Quê, quê, rê, quê, quê
(João da Baiana)
07- Mironga de moça branca
(Folclore)
08- Cabide de molambo
(João da Baiana)
09- Batuque na cozinha
(João da Baiana)
10- Aí, seu Pinguça
(Pixinguinha)
11- Fala baixinho
(Pixinguinha e Hermínio Bello de Carvalho)
12- Estácio, Mangueira
(Folclore)

Céu – Céu (2005)


O
lançamento do Cd “CéU” (2005), marca o início da promissora carreira
solo de uma jovem cantora e compositora brasileira de 24 anos: Maria do
Céu.

Dotada de seu próprio universo, em um primeiro momento
talvez seja difícil definí- la musicalmente, porém ao final da audição
tudo se encaixa e se define. A partir daí, será facil reconhecê- la.

A
primeira surpresa é sua voz aveludada e encantadora, véu poético na
contra- mão dos formatos habituais da música brasileira. Ao mesmo tempo
intimista e marcante, sua música passa a tranquilidade contagiante dos
primeiros raios de sol depois da tempestade.

Esta jovem
compositora e intérprete está no ponto de encontro das músicas urbanas
atuais com da tradição afro- brasileira. Um lugar privilegiado, onde o
hip hop, o jazz e a música brasileira se encontram, onde as sonoridades
eletrônicas se transformam simplesmente em ritmos regionais.

Surpreendente
CéU. Personagem discreta, madura, audaciosa, reservada e convicta de
seu caminho musical. Esta artista de alma livre revela nas suas
primeiras gravações toda a intensidade do seu talento refinado de
compositora e intérprete que a levarão com certeza ao sucesso.

A
composição “Lenda” ,por exemplo, é uma expressão de delicadeza. A
música é reduzida aos seus elementos fundamentais: voz, melodia e o
arranjo instrumental minucioso.

Esta “lady” da canção faz o
tempo parar. Uma voz divina e um fraseado gracioso que poderia ser
comparada às divas do jazz, referência que ela rejeita por excesso de
pudor.

Sensivelmente bem servida pela produção complexa e
minimalista de Beto Villares, responsável pela roupagem moderna
eletroacústica do disco. Beto tratou os elementos com extrema elegância
e simplicidade, indo direto ao essencial.

O resultado é um disco
limpo, refinado, com equilíbrio perfeito entre a textura eletrônica e
as sonoridades tradicionais brasileiras. Percebe-se em cada uma das
faixas do álbum as melodias inspiradas, onde o tempo às vezes é dado
por uma instrumentação isolada, ou por um “groove” preguiçoso de ritmos
programados. As misturas de influências são desconcertantes, o que era
de se esperar, sabendo que os nomes de Beto e Céu circulam no
underground paulistano como dois dos principais representantes da nova
geração de músicos.

Com este primeiro disco, Céu se inscreve
definitivamente na linha dos artistas responsáveis pelas novas páginas
da história da música brasileira.

“Umas das belas promessas da musica brasileira”
Revista Mondomix/França – Março 2005
Distribuição Brasil: WARNER MUSIC BRASIL
Distribuição França/Benelux: OPLUS MUSIC
Distribuição Canada: LCL MUSIC/FUSION III
Distribuição EUA: SIX DEGREES RECORDS
Distribuição Japão: JVC MUSIC JAPAN

Contato para shows no Brasil:
ZB Produções Artísticas
Tel/Fax: 21-2274-4487
E-mail: betharaujo@uol.com.br

“CéU amplia o horizonte da nova e moderna MPB.”
Folha de São Paulo – 17/11/05
“CéU é a revelação da música brasileira de 2005.”
Jornal do Brasil – 10/01/06
“CéU
foi um dos destaques de 2005. O ecletismo de seu álbum de estréia, que
transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a
critica especializada.”
Revista Bravo! – Janeiro/06
“CéU se afirma como revelação trazendo originalidade ao terreno populoso das jovens cantoras brasileiras.”
O Globo – 09/01/06
“CéU é o futuro da MPB – Caetano Veloso”
Jornal do Brasil – 12/01/06
“CéU, cantora paulista, apontada como “promessa brasileira” na França, lança CD de estréia, cheia de ginga e elegância.”
Estado de São Paulo – 17/01/05
“CéU, uma nova estrela no firmamento.”
Estado de São Paulo – 11/07/05
“A cantora CéU, promessa de revelação da MPB.”
Folha de São Paulo – 8/02/06
“CéU, a nova voz do Brasil.”
Libération – 16/08/05 – França
“Leve
como uma flor, a linda brasileira CéU realiza com seu primeiro CD uma
impressionante rota sonora entre São Paulo, New York e Paris.”
Le Monde de la Musique – Novembro/05 – França
“CéU suinga tranquilamente com o romantismo e a poesia necessária. CéU é uma futura estrela.”
Figaroscope – 28/09/05 – França
“Com
apenas 24 anos, CéU faz uma maravilhosa entrada no mundo musical. Com
seu primeiro disco ela se põe no caminho da glória. O futuro da música
sul-americana está assegurado.”
Pariscope – 12/10/05 – França
“CéU é uma das melhores promessas do Brasil. Ela consegue misturar a bossa nova clássica com o novo som de Hip-Hop. Imperdível!”
Le Point – 13/10/2005 – França
“Nova revelação da música e um dos best-sellers do verão, o nome CéU se propaga como o vento por toda a França.”
France Soir – 27/08/05 – França
“CéU, uma nova voz encantadora misturando samba, soul e eletrônico.”
Telerama – 10/08/05 – França
“CéU delimita suas referências musicais (soul, afrobeat, electro-jazz) com classe e uma voz de uma textura incrível.”
Vibrations – Setembro/05 – França
“CéU, com seus 24 anos de idade, ultrapassa todas as Bebel Gilberto do Brasil.”
La Presse – 18/02/06 – Canada
“CéU
propõe um electro-jazz híbrido incorporando elementos de soul, afrobeat
e samba. Uma excelente nova artista para estourar rapidamente.”
Journal de Montreal – Março/06 – Canada
“A cidade de Montreal se apaixonou por uma nova cantora de nome CéU. O seu primeiro CD é um miraculoso sucesso encantador.”
L’actualité – 24/03/06 – Canada
“Um
disco que mistura estilos musicais para fazer uma bem sucedida fusão
que conquista seu lugar na atual paisagem da música brasileira.”
Revue Archambault – Fevereiro/06 – Canada
“Uma primeira produção de grande refinamento. Um disco excepcional.”
Chronicas Radio Canada – 17/02/06 – Canada[fonte]

Faixas:
1- Vinheta Quebrante
2- Lenda
3- Malemolência
4- Roda
5- Rainha
6- 10 Contados
7- Vinheta Dorival
8- Mais Um Lamento
9- Concrete Jungle
10- Véu Da Noite
11- Valsa Pra Biu Roque
12- Ave Cruz
13- O Ronco Da Cuíca
14- Bobagem
15- Samba Na Sola

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Tania Maria – Outrageous Maria [1998]


Uma artista admirável

Tânia
Maria deixou o Brasil há 32 anos, partindo para um suposto “exílio
voluntário”, e foi no exterior que conseguiu conquistar prestígio e
fama como um dos grandes nomes do chamado jazz brasileiro. “Cheguei na
França, primeiro país onde fui fazer meu negócio, e ele foi aceito.
Depois fui para os Estados Unidos, meu negócio também foi bem recebido
por lá, e ganhei até um prêmio Grammy”, conta a artista, que estourou
no mundo inteiro na década de 80 com o hit Come With Me, que acabou
batizando o projeto com a big band alemã.
Brasil, terra estrangeiraApesar
de Tânia Maria gozar de reconhecimento internacional depois de 26
discos lançados no mercado estrangeiro, ela ainda não teve a merecida
acolhida junto a seus conterrâneos. Seus álbuns não estão em catálogo
no Brasil e seu nome só é pronunciado por aqueles que não se informam
só sobre a cultura de seu país pela mídia mais trivial. Tânia Maria
permanece como um mistério para o enorme público que admira e consome
música no Brasil, um fato que parece enfatizar sérios problemas de
auto-estima da nação.

Em março 2007, a pianista, cantora e
compositora nascida em São Luís em maio de 1948 estará se apresentando
em São Paulo, numa rara oportunidade de vê-la em sua terra natal.
“Serão duas semanas num teatro de lá, com oito apresentações que
começarão a partir de 22 de março”, adianta Tânia Maria, artista que
teve a proeza de gravar seu disco de estréia como pianista com apenas
14 anos, o LP Feito pra Dançar, lançado no Brasil.

Extraia o sumo:
Tania Maria – Outrageous Maria [1998]parte 1

Tania Maria – Outrageous Maria [1998]parte 2

Faixas:
01- Dear dee vee
02- Confusion
03- She’s outrageous
04- Bom bom bom tchi tchi tchi
05- Happiness
06- Amei demais (I loved too much)
07- Ta tudo certo (Everything is fine)
08- I can do it
09- Minha mãe (My mother)
10- Happiness 2 (Instrumental)
11- Granada
12- Granada vignette

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Marcelo Barra – Somos Goiás


Extraia oi sumo: Marcelo Barra – Somos Goiás

Faixas:
01 NOITES GOIANAS – Joaquim Santana / Joaquim Bonifácio
02 MEU GOIÁS – Nini de Araújo
03 RANCHO DE CAPIM– Marcelo Barra / Rinaldo Barra / Luiz Junqueira
04 MARCHINHAS DE CARNAVAL – João Ribeiro / Yamerô
05 ARAGUAIA – Rinaldo Barra
06 BALADA GOIANA – Manoel Amorim
07 ACABA NÃO MUNDÃO – Marcelo Barra e Luis Cláudio
08 VILA BOA – Ricardo Leão e Rinaldo Barra
09 CÉU GOIANO – Nilton Rabelo
10 CANÇÕES TRADICIONAIS DE GOIÁS
11 ROSA – Conde Afonso Celso
12 SERRA DOURADA– Marcelo Barra / Rinaldo Barra / Ailton Lima
13 VIOLA GOIANA – Fernando Penillo / Gilberto Mendonça Teles
14 RIO VERMELHO – Manoel Amorim
15 CORAÇÃO AMARGURADO – Silva Barra
16 MEU ARAGUAIA – José Wilson Leite
17 CORA CORALINA– Marcelo Barra / Rinaldo Barra

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Entre Deus e o poeta,
vejo similaridade;
pelos genes do amor,
gerando a paternidade;
mesma genealogia,
poeta, pai da poesia,
Deus, pai da humanidade!!!
(Luiz Dutra Borges/RN)

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Banda Black Rio – Rebirth (2002)


Sempre
que jornalistas e críticos musicais tupiniquins resolvem fazer as
famosas “Discotecas Básicas” da vida do cancioneiro popular brasileiro,
há sempre um álbum que é “batata” figurar entre os escolhidos: Maria
Fumaça, lançado em 1976, e que – se não teve na época o devido
reconhecimento – com o tempo, fincou seu espaço entre as obras que
revolucionaram de alguma maneira a MPB. A história é a seguinte: No Rio
de Janeiro na primeira metade da década de 70, mais precisamente na
Zona Norte, o movimento Black Rio se estabeleceu (o nome em inglês
buscava fundir as línguas) e fazia pessoas influenciadas pelo “Civil
Rights Activism” norte-americano, freqüentarem sem parar os bailes de
fins de semana.

Tendo em vista a repercussão dessa turma, a
gravadora Warner, recém estabelecida no Brasil, resolveu lançar uma
banda que fosse a pioneira desse movimento – e também fosse um
contraponto a Motown. Para isso, convocou Oberdan Magalhães,
saxofonista conhecido ligado a grandes nomes do samba. Junto de amigos
como o trompetista Barrosinho, o trombonista Lúcio, o guitarrista
Cláudio Stevenson, o baixista Jamil Joanes, o pianista Cristóvão Bastos
e o baterista Luis Carlos, ele formou a Black Rio, banda que misturou
brilhantemente grooves do samba e do funk com a musicalidade do jazz,
gafieira, e criou uma obra dançante. Dessa primeira formação, foram
lançados, o já citado Maria Fumaça, e os excelentes Gafieira Universal
(de 1978) e Saci Pererê (de 1980). A trupe ainda participou de discos
de Luis Melodia e Caetano Veloso e seguiram fazendo shows pelos anos 80
até a morte repentina de Oberdan, em 1984, por causa de um acidente de
carro.

Após um intervalo de quinze anos, a banda voltou pelas
mãos do filho de Oberdan, Willian Magalhães, pianista, tecladista,
arranjador e produtor que já trabalhou com gente como Gil, Caetano, Gal
Costa e Ed Motta, entre outros, e que após um trabalho de imensa
pesquisa, que incluiu conversas com músicos da primeira formação,
decidiu remontar a Black Rio, junto de novos músicos. É dessa nova fase
o álbum Movimento, lançado em 2001 pelo selo Regata, e que no ano
seguinte levou a formação a ganhar o Prêmio Caras (antigo Prêmio Sharp)
como Melhor Banda Pop-Rock, o que de alguma forma ajudou na divulgação
do trabalho. “Sempre ajuda. Agora, o que mais ajuda mesmo é a
realização da música”, comenta Willian. Em 2002, foi lançado na
Inglaterra Rebirth, regravação de Movimento com nova mixagem, e uma
música a mais. O lançamento ganhou elogios da crítica gringa. “A
repercussão foi excelente no mundo inteiro. Houve aceitação de críticos
internacionais e no Brasil também. A crítica foi surpreendente”, se
orgulha.[fonte]

extraia o sumo: download Banda Black Rio – Rebirth (2002)

Faixas:
1. Tomorrow (Ray Mang’s album mix)
2. Magia (Faze Action album mix)
3. Sexta Feira Carioca
4. Misterio (Toni Economides Mix)
5. 5Samba Blum
6. Aquarius
7. Carossel
8. Nova Guanabara
9. Tabuleiro da cor
10. Candeia
11. Miss Cheryl (Gavs sunday night re-edit)

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